Nada
de passeios turísticos tradicionais com direito a museus,
roteiros de compras e circuito gastronômico. A maioria dos
visitantes que chega a Petrópolis quer mais é aventura.
Boa parte da receita de R$ 47 milhões do setor vem do ecoturismo.
O crescimento é tão acelerado no Brasil, 20% ao
ano, segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
Social (BNDES), que o governo está disposto a ajudar. A
cidade foi selecionada pelo Ministério do Meio Ambiente
para abrigar projeto-piloto do Pólo de Ecoturismo por ser
considerada um dos mais importantes roteiros do País na
área. O objetivo é aprimorar e ampliar a recepção
aos turistas, conservar a natureza e gerar recursos. O ecoturista
que chega a Petrópolis não tem do que reclamar diante
de tantas opções que vão desde as caminhadas
leves, para quem não está ainda muito íntimo
com o estilo de vida natural, até escaladas, passando por
cannoying, rapel e vôo livre. Cavalgada ecológica,
montain bike e competições de arco e fecha também
entram na lista. A vedete do turismo de aventura, porém,
continua sendo a travessia do Parque Nacional da Serra dos Órgãos
a partir da escalada do Morro do Açú. Os turistas
querem mesmo é passar duas noites e três dias embrenhados
nas trilhas do parque, percorrendo 40 quilômetros entre
Petrópolis e Teresópolis . É o mais pedido,
dizem os membros da Associação Petropolitana de
Escalada e Montanhismo. Até setembro, as condições
climáticas são as ideais para quem tem fôlego.
Pelo menos 50 pessoas entre guias e pessoal operacional trabalham
muito nesta época Fonte: Junto Podemos